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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Absurdo

Número de abortos na Rússia aproxima-se do número de nascimentos

O número de abortos aproxima-se do número de nascimentos no país, anunciou Tatiana Golikova, ministra do Desenvolvimento Social, numa reunião do Conselho de Segurança da Rússia dedicada á política demográfica.
Segundo ela, em 2008, na Rússia nasceram 1 milhão e 714 mil crianças, mas o número de abortos registados foi de 1 milhão e 234 mil.
Tatiana Golikova defende que a redução do número de abortos é “um recurso real para aumentar a natalidade”.
A ministra do Desenvolvimento Social da Rússia defendeu a necessidade de “realização de trabalho de esclarecimento entre as jovens nas escolas, para que elas compreendam as consequências negativas do aborto. Além disso, a situação económica e social exerce grande influência na decisão das mulheres”.
O Presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, declarou, na mesma reunião, que “não obstante durante quatro anos se constatar uma tendência sólida de crescimento da natalidade e de redução da mortalidade, há regiões onde a situação é desfavorável”.
“Em média, na Rússia, a mortalidade infantil e entre as mães é várias vezes maior do que nos países mais desenvolvidos do mundo”, acrescentou.
A fim de melhorar a situação demográfica no país, Dmitri Medvedev propõe “o emprego de tecnologias modernas na assistência às crianças durante o primeiro ano de vida”, a “profilaxia do alcoolismo e da toxicodependência, o desenvolvimento da educação física e do desporto, a garantia de uma alimentação saudável e completa”.
Além disso, o dirigente russo defende que os órgãos do poder devem “interagir mais activamente com as organizações sociais e de beneficiência, que prestam ajuda às famílias, mulheres e crianças”.
O líder nacionalista Vladimir Jirinovski, que participou também na reunião, defendeu que, a fim de aumentar a natalidade, o Estado deve permitir aos homens um segundo casamento
“30 por cento das crianças nascem fora do casamento... No nosso país só é permitido casar outra vez depois do divórcio, mas, nas regiões muçulmanas, há um esquema ilegal de poligamia. É preciso legalizar essas relações”, declarou, acrescentando que as autoridades devem também apoiar as “agências de casamento”.

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